Lurasidona

Que lesão de órgão lurasidona pode causar? discinesia tardia, síndrome neuroléptica maligna, prolongamento do intervalo QT, transtorno bipolar, transtornos do humor, mania, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita, distonia, exantema, hiperpituitarismo, hiperprolactinémia, retenção urinária, síndrome do desejo sexual hipoativo, agranulocitose, síndrome serotoninérgica, anemia, citopenia, coma diabético, coma hiperosmolar hiperglicémico, confusão, delirium, diabetes mellitus, dissonia, esquizofrenia, leucopenia, neutropenia, parassonia, síndrome das pernas inquietas e transtorno do espectro esquizofrênico.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Discinesia tardia

CPossívelNeurológica

Movimentos orofaciais depois de meses a anos de bloqueio dopaminérgico. Pode ser permanente, e aumentar a dose mascara antes de piorar.

Relatos no FAERS:
1.886
ROR:
21,8 (IC 95% 20,822,9)
Literatura:
1 artigos

Síndrome neuroléptica maligna

CPossívelNeurológica

Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.

Relatos no FAERS:
23
ROR:
2 (IC 95% 1,32,9)
Literatura:
2 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Relatos no FAERS:
29
ROR:
0,8 (IC 95% 0,51,1)
Literatura:
2 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
1 artigos

Síndrome serotoninérgica

CPossívelNeurológica

Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.

Relatos no FAERS:
9
Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.