Floxuridina

Que lesão de órgão floxuridina pode causar? citopenia, colangite, leucopenia, estomatite, úlcera péptica, colestase, colecistite, lesões orais, lesão hepática medicamentosa, trombocitopenia, doença da vesícula biliar, úlcera gástrica, exantema medicamentoso, anomalias craniofaciais, colestase intra-hepática da gravidez, fenda palatina, gastroenterite, úlcera duodenal, esteatose hepática, agranulocitose, neuropatia periférica, alopécia, cirrose hepática, complicações na gravidez, doença do pé, duodenite, enterite, gastrite, sangramento gastrointestinal, pneumonite intersticial, edema pulmonar não cardiogênico, adenoma, angina, bolha, cirrose biliar primária, colelitíase, coronariopatias, disartria, dispneia, distúrbio da fala, doença ocular, encefalopatia de Wernicke, eritema, hipertensão arterial, insuficiência respiratória, neoplasia das vias respiratórias, neutropenia, parestesia, perturbação sensorial, perturbações da marcha, tosse, transtorno da comunicação, transtorno respiratório, tremor, trombose e tumor pulmonar.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Colestase

BProvávelHepática

Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.

Literatura:
7 de 11 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
6 de 10 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
6 de 13 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
3 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
2 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
2 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.