Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Literatura:
- 13 artigos
Que lesão de órgão cipermetrina pode causar? lesão hepática medicamentosa, convulsão, perturbação sensorial, infertilidade, infertilidade masculina, nefropatia, neurodegeneração, parestesia, parkinsonismo, neuropatia periférica, anemia, complicações na gravidez, transtorno respiratório, esteatose hepática, anemia aplástica, anomalias craniofaciais, aplasia de medula óssea, asma, cegueira, citopenia, conjuntivite, disfunção cognitiva, disgenesia gonadal, dispneia, distúrbio da diferenciação sexual, distúrbio da Pigmentação, distúrbios do sistema vestibular, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, hipopigmentação, incontinência fecal, insuficiência respiratória, leucopenia, mielopatia, oligospermia, paralisia, paralisia respiratória, perturbação cognitiva, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, perturbação do neurodesenvolvimento, pneumonia, puberdade precoce, tosse, traumatismo craniano, tumor de pele e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.