Brometo de vecurônio

Que lesão de órgão brometo de vecurônio pode causar? paralisia, anafilaxia, bradicardia, broncoespasmo, doença dos brônquios, tetraplegia, arritmia cardíaca, miopatia, transtorno respiratório, insuficiência respiratória, bloqueio neuromuscular residual, parada cardíaca, hipotensão arterial, paralisia respiratória, neuropatia periférica, exantema medicamentoso, fraqueza muscular, hipertonia, hipotonia, nefropatia, obstrução das vias aéreas, rabdomiólise, rigidez Muscular, lesão hepática medicamentosa, apneia, bloqueio de ramo, perturbação sensorial, taquicardia, lesão renal aguda, urticária e angioedema, edema pulmonar por pressão negativa, coronariopatias, diabetes insípida, disfagia, dispneia, distonia, doença autoimune, doença da laringe, doença de refluxo gastroesofágico, doença do neurônio motor, embolia, embolia pulmonar, eritema, espasmo, fasciculação, hipertensão arterial, insuficiência renal, miastenia grave, paralisia de prega vocal, paraplegia, perda auditiva sensorioneural, pneumonia, polineuropatia, poliúria, síndrome paraneoplásica, surdez, transtorno auditivo e trismo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Bradicardia

BProvávelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
19 de 29 artigos

Broncoespasmo

BProvávelRespiratória

Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.

Literatura:
17 de 19 artigos

Bloqueio neuromuscular residual

CPossívelRespiratória

Fraqueza que sobra na sala de recuperação depois do bloqueador não despolarizante, com TOF abaixo de 0,9. Manifesta-se como obstrução de via aérea e broncoaspiração, não como aperto de mão fraco, e é por isso que passa. Quem mede com o monitor escolhe entre neostigmina e sugamadex; quem estima pelo relógio erra.

Literatura:
9 de 57 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
3 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
3 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Espuma rósea e hipoxemia minutos depois de um laringoespasmo na extubação, em jovem saudável. Resolve em horas com suporte; o erro caro é tratar como aspiração ou como insuficiência cardíaca e encher de volume.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.