Que lesão de órgão benralizumabe pode causar? asma quase fatal, pneumonia eosinofílica, urticária e angioedema, fibrose pulmonar, pneumonite intersticial, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, asma, hipersensibilidade respiratória, pneumonia eosinofílica crônica, asma por aspirina, miocardite eosinofílica, eosinofilia, insuficiência adrenal, doença autoimune, pólipo nasal, síndrome hipereosinofílica, nefrite intersticial aguda, lesão renal aguda, dRESS, exantema medicamentoso, pneumonia em organização, alopécia, angioedema, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, cistite, congestão nasal, doença da bexiga, doença da laringe, doença dos seios paranasais, enterite, faringite, fibrose pulmonar idiopática, gastroenterite, granuloma, granulomatose de Wegener, insuficiência renal, insuficiência respiratória, líquen plano, mialgia, miopatia, nasofaringite, nefrite, nefropatia, neoplasia da laringe, neoplasia das vias respiratórias, obstrução das vias aéreas, penfigoide bolhoso, pneumonia, pneumonia intersticial idiopática, rinite, síndrome de Churg-Strauss, sinusite, transtorno respiratório, transtornos linfoproliferativos e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Crise com hipercapnia, rebaixamento ou parada — e a história costuma ter um gatilho evitável: betabloqueador, AINE em quem tem doença respiratória exacerbada por aspirina, ou o próprio broncodilatador em excesso.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Infiltrado periférico em "edema pulmonar invertido", com semanas de tosse, febre e perda de peso. Derrete com corticoide e recidiva ao desmamar — e recidiva de novo se o fármaco que a causou voltar sem que ninguém tenha ligado os dois.
Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.
Reação de hipersensibilidade no miocárdio, com eosinofilia no sangue em boa parte dos casos e sem relação com a dose. Clozapina é a causa clássica na primeira semana; antibiótico e anticonvulsivante entram pelo mesmo caminho do DRESS.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Consolidação migratória que não responde a antibiótico e some com corticoide — o padrão mais comum de pneumonite por droga com biópsia. Amiodarona, bleomicina, nitrofurantoína e os imunoterápicos são os nomes de sempre.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.