Ácido bórico

Que lesão de órgão ácido bórico pode causar? insuficiência renal, alopécia, nefropatia, exantema medicamentoso, complicações na gravidez, infertilidade, lesão renal aguda, convulsão, neoplasia, lesão hepática medicamentosa, acne, anemia, doença das glândulas sebáceas, doença óssea, exantema, gastroenterite, infertilidade masculina, lesão pulmonar, perturbação sensorial, surdez, transtorno auditivo, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, infarto do miocárdio, bradicardia, neuropatia periférica, alucinação, arritmia cardíaca, artrite, artropatia, cirrose hepática, coagulopatia, colite, colite ulcerosa, confusão, crescimento intra uterino restrito, delirium, disfunção testicular, doença da córnea, doença do sistema nervoso central, doença dos ovários, doença inflamatória intestinal, eczema, endoftalmite, eritema, eritrodermia, gonartrose, granuloma, infeção ocular, lesão pulmonar aguda, menopausa prematura, miopatia, osteoartrite, otite, otite externa, parada cardíaca, perda auditiva condutiva, perturbações da marcha, psoríase, pulpite, rabdomiólise, reabsorção fetal, reabsorção óssea, transtornos linfoproliferativos, trauma facial, traumatismo craniano, úlcera, úlcera gástrica e úlcera péptica.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
8 de 9 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
3 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
3 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.