Uveíte
BProvávelOcular- Literatura:
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Que lesão de órgão rifabutina pode causar? uveíte, doença da córnea, citopenia, leucopenia, agranulocitose, neutropenia, artralgia, artropatia, artrite, retinopatia, exantema medicamentoso, doença relacionada a AIDS, imunodeficiência, infecção pelo HIV, lesão hepática medicamentosa, distúrbio da Pigmentação, doença óssea, dRESS, endoftalmite, infeção ocular, colite pseudomembranosa, doença autoimune, enterocolite, epilepsia, epilepsia do lobo temporal, epilepsia focal, exantema, gastroenterite, irite, lúpus eritematoso sistêmico, reabsorção óssea, vasculite, edema pulmonar não cardiogênico, prolongamento do intervalo QT, lesão renal aguda, trombocitopenia, ageusia, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita, catarata, ceratite, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, conjuntivite, degenerescência macular, descolamento de retina, diátese hemorrágica, edema macular, esclerite, insuficiência renal, nefropatia, osteomalacia, osteoporose, perturbação sensorial, prurido, raquitismo, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, trombofilia, trombose e trombose venosa.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.