Anemia hemolítica
BProvávelHematológicaAutoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
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Que lesão de órgão nomifensina pode causar? anemia hemolítica, anemia, nefropatia, doença autoimune, lesão renal aguda, insuficiência renal, anemia hemolítica autoimune, lesão hepática medicamentosa, lesões orais, xerostomia, convulsão, pneumonite intersticial, hipersensibilidade respiratória, pneumonite de hipersensibilidade, citopenia, eosinofilia, epilepsia, lúpus eritematoso sistêmico, paranoia, transtorno do espectro esquizofrênico, tremor, colestase, nefrite intersticial aguda, agranulocitose, anemia aplástica, trombocitopenia, exantema medicamentoso, aplasia de medula óssea, arritmia cardíaca, atelectasia, choreia, derrame pericárdico, dissonia, doença genética, granuloma, hipersensibilidade de tipo III, hipersonia, hipotensão arterial, leucopenia, narcolepsia, necrose tubular aguda, nefrite, pancitopenia, perturbação cognitiva, perturbação sensorial, pneumonia, priapismo, prurido, transtornos linfoproliferativos e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.