Doença da córnea
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Que lesão de órgão látex pode causar? doença da córnea, ceratite, anafilaxia, urticária e angioedema, hipersensibilidade respiratória, doença dos brônquios, asma, doença pulmonar obstrutiva, alergia ao látex, conjuntivite, exantema medicamentoso, conjuntivite alérgica, trombocitopenia, trombocitopenia induzida por heparina, citopenia, perturbação sensorial, trauma facial, traumatismo craniano, tumor de pele, uveíte, angioedema, asma ocupacional, dermatite atópica, doença genética, eczema, hipotensão arterial, papiloma, rinite, uretrite, pneumonia eosinofílica, broncoespasmo, lesão hepática medicamentosa, síndrome nefrótica, síndrome de disfunção reativa das vias aéreas, asma por isocianato, arritmia cardíaca, artrite, artropatia, blefarite, bronquite, complicações na gravidez, dispneia, distúrbio da Pigmentação, eosinofilia, eritema, eritrodermia, febre dos fenos, fotofobia, glaucoma, granuloma, hiperalgesia, hipertensão ocular, irite, lúpus eritematoso discóide, nefropatia, pleurisia, prurido, retinopatia, rinite alérgica perene, sangramento gastrointestinal, síndrome hipereosinofílica, taquicardia, transtorno puerperal, transtorno respiratório e transtornos linfoproliferativos.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Asma que começa numa única exposição alta a irritante — cloro, amônia, fumaça — em quem nunca teve asma. A hiper-reatividade dura anos; é o diagnóstico que transforma um acidente em doença ocupacional.
Tinta de poliuretano e espuma. A resposta é tardia, aparece horas depois do turno, e uma vez sensibilizado não há dose segura: a conduta é afastar, não reduzir.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.