Edoxabana

Que lesão de órgão edoxabana pode causar? hemorragia intracraniana, sangramento gastrointestinal, hemorragia intracerebral, lesão renal aguda, sangramento uterino anormal, doença cerebrovascular, trombose, arritmia cardíaca, fibrilação auricular, nefropatia, acidente vascular cerebral, insuficiência renal, trombocitopenia induzida por heparina, trombose venosa, lesão hepática medicamentosa, embolia, patologia uterina, isquémia cerebral, infarto do miocárdio, trombocitopenia, exantema medicamentoso, anemia, citopenia, epistaxe, menorragia, nefrite, pneumonite intersticial, nefrite intersticial aguda, acidente isquémico transitório, alopécia, coagulopatia, doença autoimune, doença da vesícula biliar, doença óssea, embolia cerebral, embolia gordurosa, embolia pulmonar, esofagite, gastroenterite, glomerulonefrite, hematúria, hemoptise, hemorragia intraocular, hemorragia subaracnóide, insuficiência renal crônica, melena, miopatia, nefropatia por IgA, osteoporose e traumatismo craniano.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
5 de 5 artigos

Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.

Literatura:
5 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
4 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
2 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.