Que lesão de órgão darunavir pode causar? lesão hepática medicamentosa, nefropatia, arritmia cardíaca, exantema, lipodistrofia, colestase, dRESS, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, exantema medicamentoso, imunodeficiência, insuficiência renal, síndrome de Cushing, prolongamento do intervalo QT, lesão renal aguda, cardiopatia congênita, complicações na gravidez, doença óssea, torsades de pointes, infarto do miocárdio, bradicardia, agranulocitose, síndrome serotoninérgica, neuropatia periférica, encefalopatia, anemia, cirrose hepática, citopenia, colestase intra-hepática da gravidez, dissonia, doença desmielinizante, edema cerebral, encefalopatia hipertensiva, eritema, eritema multiforme, estomatite, infeção sexualmente transmissível, infecção pelo HIV, insônia, lesões orais, leucopenia, neurodegeneração, neutropenia, osteopetrose, osteosclerose, parto pré-termo, polineuropatia, proteinúria, retinopatia, sangramento gastrointestinal, taquicardia e taquicardia ventricular.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
A forma posterior reversível (PRES) tem imagem característica e some com a retirada e o controle pressórico — por isso vale nomear em vez de chamar de delirium.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.