Convulsão
BProvávelNeurológicaPor rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
- Relatos no FAERS:
- 323
- ROR:
- 2 (IC 95% 1,8–2,2)
- Literatura:
- 28 de 38 artigos
Que lesão de órgão cefepima pode causar? convulsão, lesão renal aguda, nefropatia, insuficiência renal, estado de mal epilético, confusão, mioclonia, epilepsia, trombocitopenia, afasia, distúrbio da fala, transtorno da comunicação, dRESS, nefrite intersticial aguda, agranulocitose, anemia hemolítica, citopenia, leucopenia, neutropenia, exantema medicamentoso, lesão hepática medicamentosa, delirium, doença autoimune, nefrite, alucinação, coagulopatia, diátese hemorrágica, exantema, lesões orais, pancreatite, pneumonite intersticial, fotossensibilidade, acidente vascular cerebral, anafilaxia, anemia, anemia hemolítica autoimune, bolha, coma, doença cerebrovascular, doença do sistema linfático, doença genética, enterocolite, eritema, gastroenterite, hipertensão intracraniana idiopática, insuficiência renal crônica, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, lúpus eritematoso sistêmico, onicólise, perda de consciência, prurido, púrpura, púrpura trombocitopênica idiopática, síndrome de Kinsbourne, síndrome paraneoplásica e tremor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Queimadura desproporcional à exposição, restrita à área de sol. Fototóxica (dose-dependente, na primeira exposição) ou fotoalérgica (precisa de sensibilização prévia).
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.