Tenofovir alafenamida

Que lesão de órgão tenofovir alafenamida pode causar? nefropatia, doença genética, síndrome de Fanconi, lesão renal aguda, insuficiência renal, proteinúria, insuficiência renal crônica, adenocarcinoma, carcinoma, dissonia, doença óssea, hepatocarcinoma, insônia, osteoporose, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, infarto do miocárdio, insuficiência hepática aguda, acidose tubular renal, arteriosclerose, artralgia, artropatia, aterosclerose, cirrose hepática, colite, doença da mama, faringite, gastroenterite, ginecomastia, glicosúria, hipertensão arterial, insuficiência hepática, nasofaringite, pancreatite, sangramento gastrointestinal, síndrome inflamatória de reconstituição imune e transtorno respiratório.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
5 de 5 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Fibrose pulmonar

CPossívelRespiratória

A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.

Literatura:
1 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Literatura:
1 artigos

Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.