Teicoplanina

Que lesão de órgão teicoplanina pode causar? nefropatia, exantema medicamentoso, lesão renal aguda, trombocitopenia, vasculite, eritema, perturbação sensorial, transtorno auditivo, exantema, hipersensibilidade de tipo III, surdez, citopenia, insuficiência renal, leucopenia, agranulocitose, neutropenia, lesão hepática medicamentosa, dRESS, anafilaxia, bloqueio atrioventricular, arritmia cardíaca, bloqueio de ramo, coagulopatia, eosinofilia, epilepsia, púrpura, diabetes mellitus, diátese hemorrágica, doença autoimune, eritrodermia, flebite, prurido, insuficiência cardíaca, prolongamento do intervalo QT, nefrite intersticial aguda, anemia hemolítica, alopécia, anemia, anemia hemolítica autoimune, bolha, cardiopatia congênita, doença óssea, eritema multiforme, histiocitose, insuficiência hepática, linfo-histiocitose hemofagocítica, necrose tubular aguda, nefrite, neuropatia diabética, pancitopenia, pé diabético, púrpura de Henoch-Schönlein, púrpura trombocitopênica idiopática, síndrome hipereosinofílica, tromboflebite, trombose, trombose venosa e úlcera.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Exantema medicamentoso

BProvávelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
26 artigos

Lesão renal aguda

BProvávelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
20 de 30 artigos

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
11 de 12 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
22 de 108 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
7 artigos

DRESS

CPossívelCutânea

Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.

Literatura:
5 artigos

Bloqueio atrioventricular

CPossívelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Literatura:
3 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Anemia hemolítica

CPossívelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.