Lesão hepática medicamentosa
BProvávelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Literatura:
- 21 artigos
Que lesão de órgão oxacilina pode causar? lesão hepática medicamentosa, citopenia, leucopenia, agranulocitose, exantema medicamentoso, neutropenia, colestase, convulsão, exantema, dRESS, nefropatia, epilepsia, nefrite, vasculite, nefrite intersticial aguda, lesão renal aguda, anemia hemolítica, anemia, eosinofilia, eritroblastose fetal, flebite, insuficiência renal, lesões orais, querníctero, pneumonite intersticial, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, urticária e angioedema, anafilaxia, anemia hemolítica autoimune, bolha, coagulopatia, colestase intra-hepática da gravidez, colite pseudomembranosa, coma, complicações na gravidez, crescimento intra uterino restrito, diabetes mellitus, diátese hemorrágica, doença autoimune, doença do pé, doença genética, eczema, edema cerebral, encefalite, enterocolite, eritema, eritema multiforme, estomatite, gastroenterite, hipersensibilidade de tipo III, hipersensibilidade respiratória, hipotensão arterial, histiocitose, linfo-histiocitose hemofagocítica, meningite, meningite asséptica, neoplasia, pancitopenia, paralisia, paralisia facial, perda de consciência, perturbação sensorial, pneumonite de hipersensibilidade, transtorno auditivo, tromboflebite, trombose e trombose venosa.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Ver nomes comerciais e registro na ANVISA
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Exantema com febre, eosinofilia e hepatite, duas a oito semanas depois do início. Demora a aparecer e demora a sair: pode piorar mesmo depois da suspensão.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.