Patologia uterina
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Que lesão de órgão estrona pode causar? patologia uterina, doença da mama, carcinoma, distúrbio da diferenciação sexual, neoplasia da mama, adenocarcinoma, ginecomastia, hiperplasia do endométrio, tumor cerebral, lesão hepática medicamentosa, adenoma, complicações na gravidez, endometriose, sangramento uterino anormal, sarcoma, pneumonite intersticial, exantema medicamentoso, aborto espontâneo, carcinoma ductal in situ, carcinoma in situ, condição pré-maligna, doença autoimune, doença da bexiga, eosinofilia, hipersensibilidade respiratória, hipertensão arterial, leucocitose, neoplasia da bexiga, neoplasia da próstata, neoplasia mieloproliferativa, pneumonite de hipersensibilidade, prolactinoma, puberdade precoce, sangramento gastrointestinal, transtorno puerperal e trombose.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.