Toxicidade Daratumumabe Que lesão de órgão daratumumabe pode causar? agranulocitose, leucopenia, neutropenia, glaucoma, hipertensão ocular, neuropatia periférica, trombocitopenia, edema pulmonar não cardiogênico, pneumonite intersticial, citopenia, anemia, insuficiência renal, nefropatia, lesão renal aguda, pneumonia, bradicardia, exantema medicamentoso, ametropia, anemia ferropriva, arritmia cardíaca, asma, celulite, descolamento de retina, doença autoimune, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, encefalite, encefalite viral, febre dos fenos, hemorragia intraocular, hemorragia retinal, hepatite B, hepatite Viral, hipersensibilidade respiratória, histiocitose, insuficiência respiratória, leucoencefalopatia multifocal progressiva, linfo-histiocitose hemofagocítica, linfoma, meningite, meningite asséptica, miopia, pancitopenia, perda de consciência, retinopatia, rinite, síncope, síndrome mielodisplásica, transtorno respiratório, transtornos linfoproliferativos, trombose e uveíte.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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A Estabelecido HematológicaNeutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Relatos no FAERS: 2.691
ROR: 6,6 (IC 95% 6,4–6,9) Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Relatos no FAERS: 1.471
ROR: 2,8 (IC 95% 2,6–2,9) Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Relatos no FAERS: 189
ROR: 0,4 (IC 95% 0,4–0,5) Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Relatos no FAERS: 30
ROR: 0,3 (IC 95% 0,2–0,4) Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Relatos no FAERS: 17
ROR: 0,1 (IC 95% 0,1–0,2) Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Relatos no FAERS: 10
ROR: 0 (IC 95% 0–0) C Possível MusculoesqueléticaSinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.