Bisoprolol

Que lesão de órgão bisoprolol pode causar? bradicardia, bloqueio atrioventricular, torsades de pointes, lesão renal aguda, prolongamento do intervalo QT, cardiomiopatia, insuficiência cardíaca, infarto do miocárdio, trombocitopenia, exantema medicamentoso, arritmia cardíaca, hipotensão arterial, bloqueio de ramo, disfunção ventricular esquerda, perturbação sensorial, erupção fixa por droga, acidente vascular cerebral, anafilaxia, asma, cardiopatia congênita, choque cardiogênico, citopenia, claudicação intermitente, complicações na gravidez, disfunção erétil, doença arterial periférica, doença cerebrovascular, doença da tireoide, doença dos brônquios, doença gastrointestinal, estado asmático, hipersensibilidade respiratória, hipotiroidismo, insuficiência renal, miocardiopatia de takotsubo, necrose tubular aguda, nefropatia, neoplasia, parada cardíaca, paralisia, parto pré-termo, perda de consciência, proteinúria, psoríase, retenção urinária, síncope, síndrome do desejo sexual hipoativo, taquicardia, taquicardia ventricular, tetraplegia, tosse e transtorno respiratório.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Bradicardia

BProvávelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Relatos no FAERS:
4.682
ROR:
10,7 (IC 95% 10,411)
Literatura:
8 de 15 artigos

Bloqueio atrioventricular

CPossívelCardíaca

Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.

Relatos no FAERS:
1.827
ROR:
10,9 (IC 95% 10,411,5)
Literatura:
1 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Relatos no FAERS:
293
ROR:
6 (IC 95% 5,36,7)
Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Relatos no FAERS:
12.651
ROR:
5,2 (IC 95% 5,15,3)
Literatura:
1 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Relatos no FAERS:
1.176
ROR:
4,9 (IC 95% 4,65,2)
Literatura:
1 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Relatos no FAERS:
1.136
ROR:
4,5 (IC 95% 4,24,7)
Literatura:
1 artigos

Insuficiência cardíaca

CPossívelCardíaca

Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.

Relatos no FAERS:
6.338
ROR:
4,1 (IC 95% 44,2)
Literatura:
2 artigos

Infarto do miocárdio

CPossívelCardíaca

Por vasoespasmo ou por trombose. O espasmo do 5-fluorouracil e da cocaína não abre com o mesmo tratamento do trombo.

Relatos no FAERS:
4.266
ROR:
2,9 (IC 95% 2,83)
Literatura:
1 artigos

Trombocitopenia

CPossívelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Relatos no FAERS:
2.168
ROR:
1,5 (IC 95% 1,41,5)
Literatura:
1 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Relatos no FAERS:
813
ROR:
0,2 (IC 95% 0,20,2)
Literatura:
2 artigos

Erupção fixa por droga

CPossívelCutânea

Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.

Relatos no FAERS:
2
Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.