Tremelimumabe

Que lesão de órgão tremelimumabe pode causar? gastroenterite, colite, doença autoimune, hepatite por inibidor de checkpoint, miocardite por inibidor de checkpoint, miocardite, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, cardiomiopatia, agranulocitose, citopenia, doença da tireoide, enterocolite, hipertiroidismo, leucopenia, miopatia, miosite, lesão renal aguda, neuropatia periférica, bócio, colangite, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 1, doença genética, doença inflamatória intestinal, doença vascular, eritema, esclerite, exoftalmia, hipopituitarismo, hipotiroidismo, hipoventilação, histiocitose, insuficiência renal, insuficiência respiratória, linfo-histiocitose hemofagocítica, nefropatia, neoplasia das vias respiratórias, pancreatite, pneumonia, polimiosite, prurido, tiroidite, tiroidite autoimune, transtorno respiratório, tumor pulmonar e uveíte.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

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Transaminases que sobem sem sintoma, semanas a meses depois de começar. Não é hepatite autoimune clássica: o autoanticorpo costuma faltar, e a biópsia mostra infiltrado lobular. Descartar vírus e progressão da doença antes de atribuir.

Relatos no FAERS:
54
ROR:
142,5 (IC 95% 108,5187)
Literatura:
6 artigos

Rara e a mais letal das reações ao anti-PD-1: aparece nas primeiras seis semanas, muitas vezes junto de miosite e miastenia, e a troponina sobe antes de qualquer sintoma. Fração de ejeção normal não afasta. Corticoide em pulso na suspeita.

Relatos no FAERS:
36
ROR:
120,1 (IC 95% 86,2167,4)
Literatura:
2 artigos

Miocardite

CPossívelCardíaca

Com os inibidores de checkpoint deixou de ser curiosidade: é rara, precoce e tem letalidade alta. Troponina que sobe nas primeiras semanas de imunoterapia é isso até prova em contrário.

Relatos no FAERS:
36
ROR:
11,1 (IC 95% 815,4)
Literatura:
2 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
52
ROR:
2,9 (IC 95% 2,23,8)
Literatura:
4 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
3 artigos

Cardiomiopatia

CPossívelCardíaca

Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.

Literatura:
2 artigos

Agranulocitose

CPossívelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
2 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
1 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.