Bradicardia
BProvávelCardíacaA mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
- Relatos no FAERS:
- 110
- ROR:
- 0,8 (IC 95% 0,6–0,9)
- Literatura:
- 9 de 11 artigos
Que lesão de órgão tizanidina pode causar? bradicardia, arritmia cardíaca, hipotensão arterial, doença congênita, prolongamento do intervalo QT, lesão hepática medicamentosa, convulsão, cardiopatia congênita, miopatia, torsades de pointes, confusão, delirium, hipertensão arterial, lesões orais, taquicardia, taquicardia ventricular, xerostomia, derrame pleural, insuficiência cardíaca, bloqueio atrioventricular, acidente vascular cerebral, artrite, artropatia, bloqueio de ramo, colite pseudomembranosa, dissonia, doença cerebrovascular, enterocolite, fraqueza muscular, gastroenterite, hiperalgesia, hipersonia, hipertonia, hipotensão postural, mielopatia, perda de consciência, perturbação sensorial, rigidez Muscular, síncope e tremor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Antes de indicar marca-passo definitivo, retirar o que bloqueia o nó: essa é a pergunta que muda um implante permanente em observação.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.