Síndrome nefrótica
BProvávelRenalProteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
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Que lesão de órgão tiopronina pode causar? síndrome nefrótica, exantema medicamentoso, miopatia, nefrite, pênfigo, citopenia, glomerulonefrite, miastenia grave, miosite, nefropatia membranosa, polimiosite, síndrome paraneoplásica, trombocitopenia, doença autoimune, nefropatia, pneumonite intersticial, leucopenia, proteinúria, colestase, agranulocitose, anemia aplástica, anemia, aplasia de medula óssea, colestase intra-hepática da gravidez, lesões orais, perturbação sensorial, urticária e angioedema, ageusia, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, cardiomegalia, complicações na gravidez, distúrbio da Pigmentação, doença da mama, doença de lesão mínima, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, estomatite, hipertrofia ventricular esquerda, insuficiência renal, líquen plano, lúpus eritematoso discóide, mastite, neutropenia, prurido e transtorno puerperal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.