Transtorno bipolar
BProvávelPsiquiátrica- Literatura:
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Que lesão de órgão retigabina pode causar? transtorno bipolar, convulsão, neuropatia periférica, epilepsia, perturbação sensorial, transtornos do humor, distúrbio da Pigmentação, arritmia cardíaca, artrite, artropatia, diabetes mellitus, dissonia, estado de mal epilético, hipersonia, neuropatia diabética, exantema medicamentoso, artropatia por deposição de cristais, ataxia, doença genética, epilepsia do lobo temporal, epilepsia focal, gota, hiperalgesia, hipertensão arterial, hipopigmentação, malformação do aparelho respiratório, neurodegeneração, nevralgia, osteoartrite, perda auditiva sensorioneural, perturbação cognitiva, perturbações da marcha, retenção urinária, retinopatia, surdez, transtorno auditivo e zumbido.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.