Doxapram

Que lesão de órgão doxapram pode causar? lesão hepática medicamentosa, perturbação de ansiedade, perturbação do neurodesenvolvimento, transtorno de pânico, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita, doença cerebrovascular, transtorno respiratório, edema pulmonar não cardiogênico, prolongamento do intervalo QT, acidente vascular cerebral, alucinação, apneia, bloqueio de ramo, displasia broncopulmonar, enterite necrotizante, enterocolite, epilepsia, gastroenterite, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, hipertensão arterial, hiperventilação, infarto cerebral, isquémia cerebral, lesão pulmonar, lesão pulmonar induzida por ventilação mecânica, persistência do canal arterial, sangramento gastrointestinal, úlcera duodenal e úlcera péptica.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
4 de 4 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.