Doença dos brônquios
BProvávelRespiratória- Literatura:
- 20 de 25 artigos
Que lesão de órgão cloraminas pode causar? doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, asma, anemia, anemia hemolítica, doença da bexiga, neoplasia da bexiga, rinite, transtorno respiratório, úlcera gástrica, úlcera péptica, pneumonia, tosse, urticária e angioedema, cardiopatia congênita, complicações na gravidez, dispneia, gastroenterite, broncoespasmo, prolongamento do intervalo QT, torsades de pointes, lesão hepática medicamentosa, meta-hemoglobinemia, síndrome tóxica do pó orgânico, anafilaxia, angina, anomalias craniofaciais, arritmia cardíaca, bronquite, cegueira, colite, demência, dissonia, doença da córnea, doença de depósito lisossômico, doença genética, enterite necrotizante, enterocolite, eosinofilia, epiglotite, erro metabólico hereditário, febre dos fenos, fenda palatina, hiper-reatividade brônquica, hiperemia, insônia, insuficiência respiratória, lesões orais, micrognatismo, mucopolissacaridose, nefropatia, obstrução das vias aéreas, perturbação sensorial, picnodisostose, rinite alérgica perene, ruptura prematura de membranas, supraglotite, taquicardia e tumor renal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Febre e tosse horas depois de mexer em silagem, feno mofado ou aviário. Não é hipersensibilidade: não precisa de sensibilização prévia, não deixa fibrose, e o raio-X costuma ser normal.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.