Exantema medicamentoso
BProvávelCutâneaO mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
- Literatura:
- 12 artigos
Que lesão de órgão cefixima pode causar? exantema medicamentoso, lesão hepática medicamentosa, eosinofilia, eritema, gastroenterite, nefropatia, lesão renal aguda, urticária e angioedema, doença autoimune, enterocolite, eritema multiforme, exantema, insuficiência renal, transtornos linfoproliferativos, pneumonia eosinofílica, síndrome nefrótica, convulsão, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, anafilaxia, aneurisma, aneurisma da aorta, aneurisma da aorta torácica, colite, confusão, delirium, dissecção da aorta, distonia, doença ocular, epilepsia, estado de mal epilético, estomatite, granuloma, lesões orais, leucemia, linfoma, linfoma cutâneo de células T, linfoma não Hodgkin, meningite, paniculite, pneumonia, síndrome de Sézary e síndrome hipereosinofílica.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.