Acebutolol

Que lesão de órgão acebutolol pode causar? doença autoimune, lúpus eritematoso sistêmico, hipotensão arterial, arritmia cardíaca, bradicardia, bloqueio de ramo, doença ocular, exantema medicamentoso, granuloma, perturbação sensorial, pleurisia, transtornos linfoproliferativos, pneumonite intersticial, lesão hepática medicamentosa, convulsão, urticária e angioedema, arteriosclerose, bronquiolite, bronquiolite obliterante, bronquite, coma, dissonia, doença cerebrovascular, doença de Raynaud, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, hiperidrose, hipersensibilidade respiratória, hipotensão postural, insônia, líquen plano, lúpus eritematoso discóide, miastenia grave, parada cardíaca, parestesia, perda de consciência, pneumonia, pneumonite de hipersensibilidade, proteinúria, síndrome paraneoplásica, taquicardia e trombose.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Bradicardia

CPossívelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Literatura:
3 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
2 artigos

Pneumonite intersticial

CPossívelRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

Urticária e angioedema

CPossívelCutânea

Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.