Hipersensibilidade respiratória
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Que lesão de órgão tungstênio pode causar? hipersensibilidade respiratória, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, leucemia, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, asma, leucemia linfoide, pneumonia, transtornos linfoproliferativos, convulsão, pneumonia intersticial descamativa, aborto espontâneo, adenocarcinoma, carcinoma, complicações na gravidez, nefropatia, perda do embrião, pneumonite de hipersensibilidade, dano alveolar difuso, trombocitopenia, pneumonia intersticial não específica, anafilaxia, anemia, bronquite, carcinogênese, citopenia, displasia, dispneia, doença autoimune, doença da tireoide, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva crônica, epilepsia, glomerulonefrite, insuficiência renal, insuficiência renal crônica, insuficiência respiratória, miopatia, nefrite, rabdomiossarcoma, sarcoidose, sarcoma, síndrome de Goodpasture, transtorno respiratório, traqueíte e traqueopatia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Macrófago pigmentado enchendo o alvéolo, quase sempre em fumante. Responde bem a corticoide e à retirada do agente, e é das poucas doenças intersticiais em que parar de fumar é tratamento de primeira linha.
O achado histológico por trás da SDRA e da forma mais grave de pneumonite por droga. Aparece na biópsia quando a suspeita clínica já passou — e é o que fecha o caso retrospectivamente.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Vidro fosco com reticulado poupando a região subpleural, homogêneo no tempo — e é justamente a homogeneidade que separa da fibrose pulmonar idiopática. Padrão frequente de dano por metotrexato, amiodarona e quimioterápico, e o que mais melhora ao suspender.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.