Distonia
BProvávelNeurológica- Literatura:
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Que lesão de órgão tietilperazina pode causar? distonia, doença congênita, anomalias craniofaciais, espasmo, fenda palatina, lesões orais, parkinsonismo, hipercinesia, trismo, edema pulmonar não cardiogênico, convulsão, síndrome neuroléptica maligna, anafilaxia, complicações na gravidez, distúrbios do sistema vestibular, doença autoimune, doença genética, doença ocular, fenda labial, hiperventilação, lúpus eritematoso sistêmico, miopatia, perturbação do neurodesenvolvimento, síndrome de Tourette, tetania, transtorno de tique, transtorno respiratório e vertigem.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.