Doença dos brônquios
BProvávelRespiratória- Literatura:
- 28 de 58 artigos
Que lesão de órgão tartrazina pode causar? doença dos brônquios, urticária e angioedema, exantema medicamentoso, broncoespasmo, perturbação do neurodesenvolvimento, asma por aspirina, asma, doença pulmonar obstrutiva, hipersensibilidade respiratória, lesão hepática medicamentosa, anafilaxia, angioedema, perturbação de hiperatividade e défice de atenção, coagulopatia, nefropatia, púrpura, rinite, vasculite, colestase, diátese hemorrágica, doença autoimune, eosinofilia, hipercinesia, hipersensibilidade de tipo III, lesão renal aguda, anemia hemolítica, erupção fixa por droga, asma quase fatal, adenoma, anemia, anemia hemolítica autoimune, cirrose biliar primária, cirrose hepática, colestase intra-hepática da gravidez, complicações na gravidez, crioglobulinemia, dermatite atópica, distúrbio da Pigmentação, doença genética, eczema, exantema, insuficiência renal, lesões orais, lúpus eritematoso sistêmico, malformações cefálicas congênitas, mesotelioma, púrpura de Henoch-Schönlein e síndrome de Melkersson-Rosenthal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Asma com pólipo nasal que piora depois de AAS ou de qualquer anti-inflamatório não seletivo — a tríade de Samter. Não é alergia, é a via da cicloxigenase, e por isso o coxibe e o paracetamol em dose baixa costumam passar. Escrever "alérgico a AAS" no prontuário é o que faz o paciente perder o antiagregante depois do infarto.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Placa arredondada que volta no mesmo lugar a cada reexposição e deixa mancha escura. A forma bolhosa generalizada imita necrólise epidérmica tóxica, e a diferença é a história de repetição no mesmo sítio.
Crise com hipercapnia, rebaixamento ou parada — e a história costuma ter um gatilho evitável: betabloqueador, AINE em quem tem doença respiratória exacerbada por aspirina, ou o próprio broncodilatador em excesso.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.