Lesão hepática medicamentosa
CPossívelHepáticaDiagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
- Literatura:
- 6 artigos
Que lesão de órgão maraviroque pode causar? lesão hepática medicamentosa, cirrose hepática, arteriosclerose, aterosclerose, doença autoimune, esclerose múltipla, lipodistrofia, esteatose hepática, neuropatia periférica, colite, complicações na gravidez, disfunção cognitiva, doença da tireoide, encefalite, espectro autista, exantema, gastroenterite, hiperalgesia, hipertiroidismo, imunodeficiência, insuficiência respiratória, neoplasia, nevralgia, perturbação cognitiva, perturbação do neurodesenvolvimento, perturbação sensorial, síndrome inflamatória de reconstituição imune, tirotoxicose, transtorno global do desenvolvimento e transtorno respiratório.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.