Nefropatia
CPossívelRenal- Literatura:
- 8 de 65 artigos
Que lesão de órgão dimercaprol pode causar? nefropatia, lesão hepática medicamentosa, exantema medicamentoso, pneumonite intersticial, fibrose pulmonar, anemia aplástica, anemia, aplasia de medula óssea, choreia, doença autoimune, colestase, síndrome nefrótica, gastroenterite, glomerulonefrite, nefrite, convulsão, citopenia, colestase intra-hepática da gravidez, colite, lesões orais, mioclonia, nefropatia membranosa, neuropatia periférica, alveolite linfocítica, arritmia cardíaca, colangite, doença desmielinizante, doença periodontal, enterocolite, eosinofilia, epilepsia, estomatite, gengivite, gengivite ulcerativa necrosante aguda, hematúria, hipersensibilidade de tipo III, imunodeficiência, leucopenia, pancitopenia, perturbação sensorial, perturbação visual, pleurisia, polineuropatia, proteinúria, taquicardia, transtornos linfoproliferativos, tremor e vasculite.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
A pneumonite que não foi reconhecida a tempo. Ao contrário dela, não regride com a suspensão — por isso o valor de identificar a fase anterior.
Pancitopenia com medula hipocelular. Não depende de dose nem de tempo de uso, e a retirada pode não bastar.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Linfocitose no lavado broncoalveolar, que é o achado que mais sugere droga quando a tomografia é inespecífica. Relação CD4/CD8 baixa aponta para medicamento e para pneumonite de hipersensibilidade; alta aponta para sarcoidose.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.