Patologia uterina
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Que lesão de órgão didrogesterona pode causar? patologia uterina, sangramento uterino anormal, lesão hepática medicamentosa, anemia hemolítica, anemia, anemia hemolítica autoimune, doença autoimune, doença da mama, doença genética, neoplasia da mama, cardiomiopatia, insuficiência hepática aguda, aborto espontâneo, burning mouth syndrome, coagulopatia, complicações na gravidez, corrimento vaginal, disfunção ventricular esquerda, doença cerebrovascular, hemorragia intracerebral, hemorragia intracraniana, insuficiência hepática, lesões orais, meningioma, metrorragia, miocardiopatia de takotsubo, porfiria cutânea tarda, porfiria hepática, trombofilia, trombose e trombose venosa.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.