Citopenia
BProvávelHematológica- Literatura:
- 18 de 33 artigos
Que lesão de órgão dalteparina sódica pode causar? citopenia, trombocitopenia, trombocitopenia induzida por heparina, complicações na gravidez, exantema medicamentoso, transtorno puerperal, lesão hepática medicamentosa, sangramento uterino anormal, urticária e angioedema, doença cerebrovascular, doença óssea, exantema, hemorragia intracraniana, hemorragia pós-parto, lesões orais, osteoporose, priapismo, neuropatia periférica, síndrome de Stevens-Johnson e necrólise epidérmica tóxica, alopécia, asma, coagulopatia, doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, eczema, eritema, eritema multiforme, estomatite, hemorragia intracerebral, hemotórax, hipersensibilidade respiratória, insuficiência renal, miopatia, mononeuropatia, nefropatia, paralisia, parto pré-termo, patologia uterina, púrpura, sangramento gastrointestinal, síndrome compartimental, trombofilia, trombose e trombose venosa.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Queda de mais da metade das plaquetas entre o quinto e o décimo dia, e o risco é trombose, não sangramento. Transfundir plaqueta piora; o que salva é trocar por anticoagulante não heparínico antes do resultado do anticorpo.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Descolamento de pele e acometimento de mucosas. Mortalidade alta, e a única medida com efeito comprovado é suspender a droga o quanto antes.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.