Cloreto de metila

Que lesão de órgão cloreto de metila pode causar? neoplasia das vias respiratórias, carcinoma, tumor pulmonar, carcinoma espinocelular, lesão hepática medicamentosa, doença óssea, neoplasia do nariz, tumor neuroectodérmico primitivo, tumor ósseo, carcinoma de células pequenas, cardiopatia congênita, neoplasia dos brônquios, perturbação sensorial, tumor de pele, edema pulmonar não cardiogênico, adenocarcinoma, adenoma, arritmia cardíaca, carcinoma broncogênico, cegueira, cirrose hepática, complicações na gravidez, condição pré-maligna, disfunção testicular, dissonia, distúrbio da fala, distúrbios do sistema vestibular, doença dos brônquios, epididimite, estupor, hipertensão arterial, insônia, linfoma, linfoma não Hodgkin, nefropatia, neoplasia da traqueia, papiloma, perda de consciência, reabsorção fetal, transtorno da comunicação, transtornos linfoproliferativos, traqueopatia, tumor cerebral, tumor renal e vertigem.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Não é medicamento. É exposição — ambiental, ocupacional, agrícola ou ilícita —, então não tem bula, registro nem código ATC. Entra aqui pela literatura indexada, com a mesma régua de evidência do resto.

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Literatura:
3 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.