Transtorno respiratório
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Que lesão de órgão clometiazol pode causar? transtorno respiratório, coma, perda de consciência, insuficiência respiratória, arritmia cardíaca, parada cardíaca, rinite, lesão hepática medicamentosa, dissonia, hipersonia, alucinação, apneia, confusão, delirium, flebite, vasculite, broncoespasmo, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome do desconforto respiratório agudo, colestase, convulsão, síndrome neuroléptica maligna, parkinsonismo, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, abcesso pulmonar, angioedema, apneia de sono, atelectasia, bolha, diabetes mellitus, disfagia, doença dos brônquios, estado de mal epilético, glomerulonefrite, hipertensão arterial, lesões orais, nefrite, nefropatia, parotidite, pneumonia, priapismo, prurido, sialadenite, síndrome da angústia respiratória do recém-nascido, síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido, taquicardia, transtorno alimentar, tromboflebite, trombose e trombose venosa.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Imediato e reproduzível. Em asmático, betabloqueador e AINE são as duas causas que se pergunta antes de escalonar a crise.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Rigidez, febre alta e CK muito elevada, instalada em dias. Também acontece na retirada abrupta de dopaminérgico, não só na introdução do antipsicótico.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.