Perda de consciência
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Que lesão de órgão amobarbital pode causar? perda de consciência, coma, nefropatia, transtorno da comunicação, lesão renal aguda, acidente isquémico transitório, afasia, distúrbio da fala, doença cerebrovascular, doença da tireoide, eritema, insuficiência renal, insuficiência respiratória, isquémia cerebral, miopatia, transtorno respiratório, lesão hepática medicamentosa, esteatose hepática, convulsão, parkinsonismo, exantema medicamentoso, adenocarcinoma, adenoma, ataxia, bolha, carcinoma, carcinoma de células renais, carcinoma urotelial, coagulopatia, confusão, disfagia, doença de refluxo gastroesofágico, epilepsia, hipertiroidismo, hipotensão arterial, oftalmoplegia, paralisia, perturbação cognitiva, púrpura, rabdomiólise e tumor renal.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Simétrico e sem tremor de repouso franco, ao contrário da doença de Parkinson. Regride em semanas a meses — e é diagnosticado como doença degenerativa com frequência.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.