Alectinibe

Que lesão de órgão alectinibe pode causar? pneumonite intersticial, anemia hemolítica, bradicardia, anemia, nefropatia, arritmia cardíaca, insuficiência renal, edema pulmonar não cardiogênico, lesão hepática medicamentosa, derrame pleural, lesão renal aguda, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, carcinoma broncogênico, exantema, miopatia, neoplasia dos brônquios, prolongamento do intervalo QT, nefrite intersticial aguda, convulsão, abetalipoproteinemia, anemia hemolítica autoimune, carcinoma, carcinoma de pulmão de células não pequenas, carcinoma espinocelular, carcinoma pulmonar de pequenas células, cardiopatia congênita, colite, derrame pericárdico, disgeusia, distúrbio da Pigmentação, doença autoimune, doença genética, fibrilhação ventricular, gastroenterite, granuloma, hipobetalipoproteinemia, hipogonadismo, hipolipoproteinemia, hipopigmentação, lesão pulmonar, mialgia, miosite, nefrite, pancreatite, perturbação sensorial, pneumonia, sarcoidose, transtornos linfoproliferativos, trombose e vitiligo.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Pneumonite intersticial

AEstabelecidoRespiratória

Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.

Relatos no FAERS:
82
ROR:
3 (IC 95% 2,43,7)
Literatura:
11 de 15 artigos

Anemia hemolítica

BProvávelHematológica

Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.

Relatos no FAERS:
61
ROR:
7,7 (IC 95% 69,9)
Literatura:
5 de 7 artigos

Bradicardia

BProvávelCardíaca

A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.

Relatos no FAERS:
82
ROR:
3,2 (IC 95% 2,64)
Literatura:
4 de 4 artigos

Edema pulmonar não cardiogênico

CPossívelRespiratória

Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.

Relatos no FAERS:
51
ROR:
2,9 (IC 95% 2,23,8)
Literatura:
1 artigos

Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.

Relatos no FAERS:
87
ROR:
2,8 (IC 95% 2,33,5)
Literatura:
4 artigos

Derrame pleural

CPossívelRespiratória

Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.

Relatos no FAERS:
62
ROR:
2,8 (IC 95% 2,23,6)
Literatura:
1 artigos

Lesão renal aguda

CPossívelRenal

Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.

Literatura:
5 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
1 artigos

Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.

Literatura:
1 artigos

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.