Que lesão de órgão zolpidem pode causar? prolongamento do intervalo QT, cardiomiopatia, convulsão, lesão hepática medicamentosa, arritmia cardíaca, parassonia, cardiopatia congênita, confusão, delirium, disfunção cognitiva, dissonia, perturbação cognitiva, sonambulismo, transtorno alimentar, transtorno respiratório, granulomatose por talco, alucinação, apneia, apneia de sono, apneia obstrutiva do sono, coma, demência, dermatopatia, doença de Alzheimer, fibrilação auricular, insônia, mal da montanha, neoplasia, perda de consciência, perturbação sensorial, síndrome do desejo sexual hipoativo, taquicardia, taquicardia ventricular, taupatia, transtorno bipolar, transtornos do humor e tremor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Micronódulos centrolobulares em quem tritura comprimido de uso oral e injeta: o excipiente fica preso no capilar. Evolui para massa conglomerada e enfisema de lobo inferior em paciente jovem, que é a combinação que não fecha com nada mais — e o achado no pulmão é o que abre a conversa sobre a via de uso.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.