Propilparabeno

Que lesão de órgão propilparabeno pode causar? complicações na gravidez, convulsão, exantema medicamentoso, doença da bexiga, estado de mal epilético, neoplasia da bexiga, esteatose hepática, anomalias craniofaciais, conjuntivite, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 2, doença da mama, doença hepática gordurosa não alcoólica, doenças hipertensivas da gravidez, hipertensão arterial, hipertonia, miopatia, neoplasia da mama, neoplasia das vias respiratórias, perturbação do neurodesenvolvimento, pré-eclampsia, retinopatia, rigidez Muscular, tremor e tumor pulmonar.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Ver nomes comerciais e registro na ANVISA

Convulsão

CPossívelNeurológica

Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.

Literatura:
2 artigos

Exantema medicamentoso

CPossívelCutânea

O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.

Literatura:
2 artigos

Esteatose hepática

CPossívelHepática

Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.