Que lesão de órgão pioglitazona pode causar? cetoacidose euglicêmica, insuficiência cardíaca, derrame pleural, infarto do miocárdio, lesão hepática medicamentosa, doença da bexiga, neoplasia da bexiga, diabetes mellitus, convulsão, pulmão por paraquat, acidente vascular cerebral, doença cerebrovascular, doença da mama, epilepsia, lesão pulmonar, lesão pulmonar aguda, líquen plano, miopatia, neoplasia da mama, neoplasia da próstata, neoplasia das vias respiratórias, pancreatite, pneumonia, psoríase, retinopatia, retinopatia diabética e tumor pulmonar.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Acidose com cetona alta e glicemia abaixo de 250, que é justamente o que faz não pensar em cetoacidose. As gliflozinas são a causa, e o risco concentra-se em jejum, cirurgia e doença aguda — por isso suspender antes do procedimento.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
O pneumócito concentra o paraquat ativamente e a fibrose fecha o pulmão em dias a semanas, depois de o doente parecer estável. Oxigênio piora — é o único envenenamento em que se titula a saturação para baixo.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.