Doença dos brônquios
CPossívelRespiratória- Literatura:
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Que lesão de órgão nitrogênio pode causar? doença dos brônquios, doença pulmonar obstrutiva, arritmia cardíaca, edema pulmonar não cardiogênico, bradicardia, bronquite, hipersensibilidade respiratória, nefropatia, meta-hemoglobinemia, aeroembolismo, asma, complicações na gravidez, embolia, nefrite, perda de consciência, perturbação sensorial, úlcera gástrica, úlcera péptica, toxicidade pulmonar do oxigênio, lesão hepática medicamentosa, nefrite intersticial aguda, convulsão, neuropatia periférica, artrite, artropatia, bolha, bronquiolite, bronquiolite obliterante, carcinoma, carcinoma espinocelular, degenerescência macular, disfunção cognitiva, doença pulmonar obstrutiva crônica, embolia pulmonar, enfisema pulmonar, epilepsia, estupor, glomeruloesclerose segmentar e focal, glomerulonefrite, granuloma, hiper-reatividade brônquica, hiperemia, hipertensão arterial, malformações cefálicas congênitas, nefropatia endêmica dos Balcãs, perturbação cognitiva, pneumonia, prurido, retinopatia, síncope, sofrimento fetal, transtorno auditivo e transtornos linfoproliferativos.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Cianose com saturação que não sobe com oxigênio e sangue achocolatado. Azul de metileno resolve, e a gasometria comum não mostra.
Traqueobronquite nas primeiras horas e dano alveolar depois de dias com fração inspirada alta. É a razão de titular o oxigênio pela saturação em vez de deixar o fluxo aberto: o alvo mais baixo não é economia de gás, é o tratamento.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Creatinina que sobe com sedimento pobre, às vezes com eosinofilúria. A tríade clássica (febre, exantema, eosinofilia) aparece na minoria — esperar por ela é perder o diagnóstico.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.