Doença do sistema imunológico
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Que lesão de órgão lorlatinibe pode causar? doença do sistema imunológico, derrame pleural, pericardite, síndrome nefrótica, pneumonite intersticial, edema pulmonar não cardiogênico, lesão hepática medicamentosa, neoplasia das vias respiratórias, tumor pulmonar, carcinoma broncogênico, carcinoma de pulmão de células não pequenas, doença autoimune, nefropatia, neoplasia dos brônquios, sarcoidose, transtornos linfoproliferativos, síndrome do desconforto respiratório agudo, anemia hemolítica, convulsão, anemia, cegueira, cetoacidose diabética, derrame pericárdico, diabetes mellitus, doença da tireoide, doença de lesão mínima, granuloma, hipertensão arterial, miastenia grave, perturbação mental, perturbação sensorial, pneumonia, proteinúria, síndrome paraneoplásica, tiroidite, tiroidite autoimune e transtorno respiratório.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Exsudato, muitas vezes com eosinófilos, sem infecção nem neoplasia. Entra no diferencial antes da toracoscopia.
Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.
Proteinúria nefrótica por lesão mínima ou nefropatia membranosa secundária. Remite com a retirada, o que a diferencia da forma idiopática.
Infiltrado intersticial que aparece semanas a meses depois da droga e regride quando ela sai. É o padrão mais comum de toxicidade pulmonar e o mais confundido com infecção — o que decide é a retirada, não o antibiótico.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
A forma mais grave e a mais letal. Droga é causa rara de SDRA e a única reversível por retirada.
Autoimune (Coombs positivo) ou oxidativa, e nesta pergunta-se por deficiência de G6PD antes de prescrever.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.