Eosinofilia
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Que lesão de órgão 5-hidroxitriptofano pode causar? eosinofilia, síndrome da eosinofilia-mialgia, esclerose sistêmica, síndrome serotoninérgica, miopatia, epilepsia, mioclonia, agranulocitose, convulsão, síndrome do óleo tóxico, adenocarcinoma, alucinação, carcinoma, citopenia, confusão, delirium, doença pulmonar, edema cerebral, lesões orais, leucopenia, perturbação cognitiva, ptose, síndrome do cólon irritável, tique, transtorno bipolar, transtorno do espectro esquizofrênico, transtornos do humor, tremor, tumor carcinoide, tumor neuroendócrino e xerostomia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Por rebaixamento do limiar. Em crise de primeiro episódio, a lista de medicamentos entra na investigação junto com a imagem.
Epidemia espanhola de 1981, óleo de colza desnaturado com anilina: pneumonite com eosinofilia que virou esclerodermia e neuropatia. É o lembrete de que adulterante de excipiente também é toxicidade.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.