Que lesão de órgão vortioxetina pode causar? síndrome serotoninérgica, prolongamento do intervalo QT, depressão nervosa, perturbação sensorial, síndrome de secreção inapropriada de hormônio antidiurético, transtornos do humor, pneumonia eosinofílica, pneumonia eosinofílica aguda, arritmia cardíaca, artralgia, artropatia, cardiopatia congênita, complicações na gravidez, disfunção cognitiva, dissonia, doença cerebrovascular, eosinofilia, hemoptise, hemorragia intracraniana, hiperalgesia, hiperidrose, insuficiência respiratória, mialgia, miopatia, parassonia, parestesia, perturbação cognitiva, síndrome das pernas inquietas, síndrome hipereosinofílica e transtorno respiratório.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Infiltrado com eosinofilia no sangue ou no lavado. Responde a corticoide e à retirada, e recidiva se a droga voltar — a reexposição é o teste que confirma e que não se faz de propósito.
Febre e hipoxemia que abrem em dias, com eosinófilo no lavado e sangue normal — o hemograma limpo é o que faz descartar a hipótese cedo demais. Daptomicina e o início recente do tabagismo são as duas histórias clássicas. Responde ao corticoide em horas e recidiva se a droga voltar, o que serve de prova retrospectiva.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.