Arritmia cardíaca
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Que lesão de órgão taurina pode causar? arritmia cardíaca, lesão hepática medicamentosa, nefropatia, citopenia, eritema, eritema multiforme, leucopenia, perturbação sensorial, bradicardia, lesão renal aguda, trombocitopenia, insuficiência renal, prolongamento do intervalo QT, colestase, esteatose hepática, agranulocitose, síndrome serotoninérgica, exantema medicamentoso, urticária e angioedema, anafilaxia, ataxia, bronquite, cardiopatia congênita, complicações na gravidez, diabetes mellitus, diabetes mellitus tipo 2, dissonia, distúrbio da Pigmentação, doença da bexiga, doença dos brônquios, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva, encefalopatia hepática, epilepsia, esquizofrenia, fibrilhação ventricular, hipertensão arterial, hipotensão arterial, insônia, insuficiência hepática, lesões orais, neoplasia da bexiga, neutropenia, osteoporose, parada cardíaca, perturbação cognitiva, psoríase, taquipneia, transtorno auditivo, transtorno bipolar, transtorno do espectro esquizofrênico, transtorno respiratório e transtornos do humor.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
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Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Fosfatase alcalina e bilirrubina desproporcionais às transaminases, com via biliar livre no exame de imagem. Resolve devagar — meses — depois da retirada.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.
Clônus, hiper-reflexia e agitação em horas depois de somar dois serotoninérgicos. O clônus é o que a separa da neuroléptica maligna, que tem rigidez em cano de chumbo.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Imediata e mediada por IgE, ou tardia por bradicinina — e o angioedema por inibidor da ECA, que é o segundo caso, não responde a anti-histamínico nem a adrenalina.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.