Romidepsina

Que lesão de órgão romidepsina pode causar? citopenia, trombocitopenia, leucopenia, agranulocitose, arritmia cardíaca, neutropenia, prolongamento do intervalo QT, neuropatia periférica, cardiopatia congênita, torsades de pointes, adenocarcinoma, ageusia, anemia, asma, carcinogênese, carcinoma, celulite, condição pré-maligna, disfunção ventricular esquerda, displasia, doença da bexiga, doença dos brônquios, doença óssea, doença pulmonar obstrutiva, fibrilação auricular, foliculite, hepatocarcinoma, hipersensibilidade respiratória, imunodeficiência, leucemia, linfocitopenia, linfoma, linfoma não Hodgkin, neoplasia da bexiga, perturbação sensorial, pneumonia, taquicardia, taquicardia ventricular, transtornos linfoproliferativos, trombose e trombose venosa.

Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.

Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.

Trombocitopenia

BProvávelHematológica

Imune, com queda em dias. A induzida por heparina é a exceção que sangra menos e tromba mais — e nela a conduta é anticoagular, não transfundir.

Literatura:
6 de 6 artigos

Agranulocitose

BProvávelHematológica

Neutrófilos abaixo de 500 por reação idiossincrática. Febre em quem usa droga de risco é emergência: hemograma antes de qualquer outra coisa.

Literatura:
5 de 5 artigos

Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.

Literatura:
2 artigos

Neuropatia periférica

CPossívelNeurológica

Sensitiva, distal e simétrica. Dose-dependente nos quimioterápicos, e é motivo formal de redução de dose antes de virar incapacitante.

Literatura:
2 artigos

Torsades de pointes

CPossívelCardíaca

Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.

Literatura:
1 artigos

Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.

Dados de 2026-09-21.