Trombose
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Que lesão de órgão oleato de etanolamina pode causar? trombose, lesão renal aguda, hemoglobinúria, insuficiência renal, nefropatia, proteinúria, edema pulmonar não cardiogênico, carcinoma, carcinoma espinocelular, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, diátese hemorrágica, trombofilia, pericardite, lesão hepática medicamentosa, anafilaxia, cirrose hepática, doença do baço, doença inflamatória pélvica, embolia, embolia pulmonar, encefalopatia hepática, endometrite, espasmo, insuficiência hepática, insuficiência respiratória, patologia uterina, transtorno respiratório, úlcera gástrica e úlcera péptica.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Edema com pressão de enchimento normal. Diurético não resolve e piora a perfusão — o que resolve é reconhecer a droga.
Clássica do lúpus induzido por droga e da imunoterapia. Dor pleurítica com atrito em quem começou remédio novo pede a pergunta.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.