Arritmia cardíaca
BProvávelCardíaca- Literatura:
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Que lesão de órgão remdesivir pode causar? arritmia cardíaca, bradicardia, lesão renal aguda, lesão hepática medicamentosa, prolongamento do intervalo QT, cardiopatia congênita, nefropatia, insuficiência renal, exantema medicamentoso, colite, gastroenterite, perturbação mental, torsades de pointes, pancreatite, taquicardia, taquicardia ventricular, insuficiência hepática aguda, esteatose hepática, alucinação, anafilaxia, cálculo renal, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, colite ulcerosa, diátese hemorrágica, doença hepática gordurosa não alcoólica, doença inflamatória intestinal, exantema, hipoalbuminemia, hipoproteinemia, insuficiência hepática, insuficiência renal crônica, insuficiência respiratória, neurodegeneração, pneumonia, pneumonia viral, transtorno respiratório, trombofilia e tumor de pele.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
A mais comum e a mais reversível das toxicidades cardíacas. Vale conferir a lista de medicamentos antes de qualquer investigação de nó sinusal.
Por necrose tubular, por hemodinâmica ou por cristais — mecanismos com condutas diferentes. Suspender o nefrotóxico é o único passo comum aos três.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
O mais comum de todos. Sem febre, sem mucosa, sem descolamento e sem eosinofilia é benigno — e são justamente esses quatro sinais que se procura.
Taquicardia ventricular polimórfica sobre QT longo. Magnésio e retirada da droga; antiarrítmico da classe habitual piora.
Icterícia com alargamento do INR e encefalopatia. A lei de Hy (transaminase alta com bilirrubina alta, sem colestase) prevê justamente essa evolução.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.
Dados de 2026-09-21.