Que lesão de órgão blinatumomabe pode causar? neurotoxicidade por célula efetora imune, agranulocitose, lesão hepática medicamentosa, convulsão, citopenia, leucemia, leucopenia, transtornos linfoproliferativos, doença vascular, leucemia linfoide, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, neutropenia, insuficiência cardíaca, agrafia, coagulação intravascular disseminada, coagulopatia, dermatopatia, diátese hemorrágica, dificuldade de aprendizagem, edema cerebral, encefalite, encefalite viral, epilepsia, estado de mal epilético, histiocitose, imunodeficiência, leucocitose, leucoencefalopatia multifocal progressiva, linfo-histiocitose hemofagocítica, linfocitopenia, perturbação do neurodesenvolvimento, transtorno da comunicação e trombofilia.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Disgrafia e afasia de expressão dias depois da infusão de CAR-T ou do anticorpo biespecífico, geralmente na esteira da síndrome de liberação de citocinas. Evolui para rebaixamento e convulsão; a escala à beira do leito serve para pegar antes disso.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Descompensação por retenção de sódio ou inotropismo negativo, sem dano estrutural novo. Diferente da cardiomiopatia: aqui a droga precipita, não destrói.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.