Que lesão de órgão trióxido de arsênio pode causar? síndrome de diferenciação, lesão hepática medicamentosa, nefropatia, leucocitose, prolongamento do intervalo QT, lesão renal aguda, arritmia cardíaca, cardiopatia congênita, insuficiência renal, hipotensão arterial, leucemia, lesão pulmonar, leucemia mieloide, leucemia mieloide aguda, leucemia promielocítica aguda, transtorno respiratório, derrame pleural, edema pulmonar não cardiogênico, síndrome do desconforto respiratório agudo, cardiomiopatia, torsades de pointes, esteatose hepática, exantema medicamentoso, osteonecrose dos maxilares por medicamento, carcinoma, carcinoma basocelular, carcinoma de células escamosas da pele, cegueira, complicações na gravidez, descolamento de retina, doença de Bowen, doença do sistema nervoso central, doença óssea, mioclonia, necrose avascular, perturbação sensorial, retinopatia, taquicardia, taquicardia ventricular, traumatismo craniano e tumor de pele.
Cada quadro vem com o número de artigos que o NLM indexou como causado por droga, o número de notificações no FAERS quando existe, e o grau de evidência que os dois sustentam.
Sem registro no Brasil. Não está na lista da CMED/ANVISA, então não há bula nem nome comercial nacional — a substância entra aqui pela classificação ATC e pela literatura indexada.
Febre, ganho de peso, infiltrado e hipotensão nas primeiras três semanas de ATRA ou trióxido de arsênio na leucemia promielocítica. Dexametasona na suspeita, antes de confirmar: esperar é o que mata.
Diagnóstico de exclusão e a causa nº 1 de insuficiência hepática aguda no Ocidente. O padrão (hepatocelular, colestático ou misto) pelo R de Hy orienta a gravidade.
Achado de eletrocardiograma, não doença. Importa porque é o degrau antes da torsades, e porque se soma: duas drogas de risco moderado valem uma de risco alto.
Queda da fração de ejeção por dano direto ao miócito. Dose-dependente nas antraciclinas e, em parte, reversível se pega cedo — daí o ecocardiograma antes e durante, não depois.
Microvesicular (aguda, por toxicidade mitocondrial, grave) ou macrovesicular (crônica, indolente). São prognósticos diferentes com o mesmo nome no laudo do ultrassom.
Osso exposto que não cicatriza em oito semanas, quase sempre depois de extração. Antirreabsortivo em dose oncológica é o maior risco, e o antiangiogênico soma — avaliação odontológica antes de começar vale mais do que qualquer conduta depois.
Sinal não é incidência, e não é diagnóstico. O FAERS é notificação espontânea: não sabe quantos pacientes tomaram o remédio sem nada acontecer. O que esta página diz é que, diante de um paciente com um destes quadros, vale perguntar por esta substância.